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Portugal será sempre um país periférico na produção de carros - diretor-geral da GM Portugal

Lusa

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Lisboa, 15 mai (Lusa) - O novo diretor-geral da General Motors Portugal, responsável pela marca Opel, afirma, em entrevista à Lusa, que "Portugal será sempre um país periférico" na produção de carros e que muito dificilmente a empresa voltará ao país depois de Azambuja.

João Falcão Neves, um português que assumiu os comandos do gigante norte-americano em Portugal, substituindo o espanhol Guillermo Sarmiento, salienta que o regresso da GM à produção de carros "é uma hipótese que existe sempre", mas que "Portugal é e será sempre um país periférico".

O responsável acrescenta que a crise nos países do sul da Europa afastou as marcas para mercados "onde há maior capacidade industrial e baixo custo", como a Europa central, de leste e Rússia.