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Porto: Lei que obriga Câmara a nova estrutura é "tecnicamente imatura e de sensatez duvidosa" - Rui Rio

Lusa

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Porto, 24 set (Lusa) -- O presidente da Câmara do Porto considera "tecnicamente imatura e de sensatez duvidosa" a lei que obriga à revisão das estruturas municipais e recusa a possibilidade de aumentar os cargos dirigentes, optando por eliminar duas direções municipais.

A proposta de Rui Rio, a que a Lusa teve acesso, vai ser votada na reunião camarária de terça-feira e prevê que a estrutura nuclear camarária passe de 16 a 14 unidades, com a transformação das direções de "Comunicação e Promoção" e de "Estudos e Planeamento" em divisões municipais.

O presidente da autarquia admite dever "inquestionável obediência" à lei n.º 49/2012, mas não lhe poupa críticas, rejeitando a possibilidade aberta pelo legislador de aumentar de 71 para 89 o número de cargos dirigentes.