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Pescas: Proibição do caranguejo vivo como isco na captura de polvo é "necessária" - armadores de Tavira

Lusa

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Tavira, 06 set (Lusa) -- A Associação dos Armadores de Pesca de Tavira (APTAV) considerou que a proibição do caranguejo-mouro vivo como isco para a captura de polvo é "desejável e necessária" para a conservação da espécie.

A posição da associação foi manifestada depois de, a 03 de agosto, ter entrado em vigor uma portaria a proibir a utilização deste isco na costa algarvia, ao contrário do que acontece no resto da costa portuguesa, e depois de o Sindicato dos Trabalhadores da Pesca do Sul e de outras associação de armadores algarvia terem contestado a legislação.

A associação dos armadores de Tavira defende que há "uma redução drástica das capturas de polvo na costa algarvia" e uma "utilização excessiva ou indiscriminada de artes (coves)" com caranguejo vivo, em vez da habitual cavala ou sardinha, que não é fiscalizada, colocando em causa a subsistência da espécie.