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"Pauperização e restrições acéfalas não resolvem problemas" na Saúde - Henrique Barros

Lusa

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Porto, 12 jun (Lusa) -- O diretor do Instituto de Saúde Pública do Porto defendeu hoje que não é com a "pauperização" dos profissionais de saúde nem com restrições "acéfalas" que se melhora o sistema, mas reconhece a necessidade de "racionalizar recursos e respostas".

"É possível gerir sempre melhor, aliás o caminho é esse. Agora há uma coisa que é inequívoca, não é com a pauperização das pessoas que trabalham na saúde, não é com a restrição acéfala, que as coisas melhoram", afirmou Henrique Barros.

O diretor do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) falava à agência Lusa no âmbito do seminário "Health Systems Methods and Current Research" a decorrer, até sexta-feira, no Porto com a participação de especialistas internacionais.