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Passos defende "civilidade" e diz que "indignação por si só" não é suficiente para responder à crise

Lusa

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Lisboa, 28 fev (Lusa) - O primeiro-ministro defendeu hoje que "a indignação por si só não é suficiente" para "uma política de resposta à crise" e afirmou que perder de vista a "serenidade", "objetividade a "civilidade" causa "danos" à democracia.

"Não só ninguém se pode arrogar o monopólio da consternação perante as dificuldades e os sofrimentos das pessoas, como também a indignação por si só não é suficiente para constituir uma política de resposta à crise", afirmou Pedro Passos Coelho.

O chefe de Governo falava no encerramento de uma conferência promovida pela rádio TSF, no Pátio da Galé, em Lisboa.