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Parceiros sociais dividem-se na análise das intenções da 'troika'

Lusa

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Lisboa, 28 fev (Lusa) - Os parceiros sociais, que hoje se reuniram com os representantes da 'troika' em Portugal, consideram que os credores internacionais querem flexibilizar mais o mercado laboral e reduzir os custos do Estado, mas que estão abertos apenas a "pequenos ajustamentos".

À saída do encontro no Conselho Económico e Social, os parceiros sociais não foram, no entanto, consensuais na interpretação das palavras da 'troika' quanto aos temas que deverão estar em discussão nesta avaliação do programa, como por exemplo as metas do défice e as indemnizações por despedimento: UGT e CIP consideraram que houve alguma abertura nestas matérias, mas CGTP e CCP entenderam que não.

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), João Proença, considerou que a 'troika' - Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu - está "sensibilizada para as linhas de orientação dos parceiros sociais", que convergem no sentido de travar a austeridade e promover o crescimento.