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País teria superavit se cortassem em tudo como nos politécnicos - Joaquim Mourato

Lusa

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Bragança, 28 jan (Lusa) -- O representante dos institutos politécnicos portugueses, Joaquim Mourato, considerou hoje que se houvesse um corte em toda a estrutura do Estado equivalente ao destas instituições de Ensino Superior, o país estaria numa situação de superavit e não de défice.

Joaquim Mourato falava "na situação insustentável" que enfrentam os institutos politécnicos devido aos cortes financeiros que, "nos últimos cinco anos ascendem a 40%" de redução nas transferências do Estado.

Em três anos, "a redução real do financiamento por parte do Estado foi superior a 20%", sublinhou, afirmando que "as instituições de Ensino Superior já não cortam nas gorduras, mas sim no músculo".