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Ordem destaca "forte descontentamento" e "sentimento de revolta" dos enfermeiros

Lusa

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Porto, 09 jul (Lusa) -- A Ordem dos Enfermeiros destacou hoje o "forte descontentamento dos enfermeiros motivado por condições de exercício adversas que resultam num elevado sentimento de injustiça e revolta", considerando que "a enfermagem não é uma profissão ao serviço de outra profissão".

No primeiro de dois dias de greve dos enfermeiros, em comunicado enviado à agência, Lúcia Leite, do Conselho Diretivo da Ordem dos Enfermeiros (OE), "os ambientes de trabalho têm vindo progressivamente a degradar-se no setor da Saúde, público ou privado, de modo crescentemente patológico afetando a saúde dos profissionais sobretudo dos enfermeiros, que estão sujeitos a cargas laborais pesadas, horários prolongados, relações difíceis nos locais de trabalho, e a uma diversidade de riscos, decorrentes de dotações inadequadas".

«É um facto que existe um forte descontentamento dos enfermeiros motivado por condições de exercício adversas que resultam num elevado sentimento de injustiça e revolta", considera Lúcia Leite, que realça ainda que "os enfermeiros também estão sujeitos a um aumentado risco de cometer erros".