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Operações financeiras do PGR angolano suportadas em negócio legítimo - DCIAP

Lusa

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Lisboa, 04 nov (Lusa) - O Ministério Público revelou hoje que as operações financeiras efetuadas pelo procurador-geral da República de Angola "se encontravam justificadas" e suportadas numa relação negocial "legítima", sem despertar "censura" em sede criminal.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) precisou, em resposta à agência Lusa, que "as operações financeiras [de João Maria Moreira de Sousa] se encontravam justificadas, o que significa, em termos técnicos, que se suportam numa relação negocial subjacente legítima e que não desperta censura objetiva em sede criminal".

"Não se revelou a prática de um ato ilícito típico que é exigida para que se verifique o crime de branqueamento de capitais", refere o DCIAP numa resposta a um pedido da agência Lusa para consulta do processo administrativo interposto ao PGR angolano, o qual foi negado.