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OCDE: Organização saúda reformas feitas nos países mais frágeis do euro, mas pede mais

Lusa

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Moscovo, 15 fev (Lusa) - A OCDE saudou hoje uma nítida aceleração das reformas estruturais, que defende há muito, nomeadamente nos países mais frágeis da zona euro, mas apelou para "ir mais longe" para favorecer o emprego.

Paradoxalmente, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) critica os países considerados como bons alunos, incluindo a Alemanha, por terem um ritmo de reformas "nitidamente mais moderado".

Uma liberalização do mercado dos bens favoreceria não só a atividade, mas também reduziria o excedente das contas correntes, que é um fator determinante para a existência de desequilíbrios europeus e mundiais, refere a OCDE no seu relatório anual "Going for Growth 2013".