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Obras paradas: Empresários e trabalhadores reclamam mais atenção do Governo ao setor

Lusa

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Lisboa, 16 dez (Lusa) -- Empresários da construção civil e operários do setor reclamam mais atenção do Governo aos problemas existentes, com obras paradas, milhares de empresas falidas e de trabalhadores, muitos deles forçados a emigrar.

Segundo o presidente do Sindicato da Construção de Portugal, Albano Ribeiro, "em janeiro de 2012, desapareceram 8000 postos de trabalho e no último mês [novembro] desapareceram cerca de 11 mil, mas, a partir de janeiro de 2013, a tendência é para aumentar muito mais".

O Instituto Nacional de Estatística (INE) fala apenas em cem mil desempregados mas, segundo o sindicalista, "cerca de 15 mil a 20 mil trabalhadores não estão contabilizados, [porque] as empresas descontavam aos trabalhadores e não pagavam à Segurança Social e, agora, eles não têm direito ao fundo de desemprego".