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Novo Centro de Artes da EDP "vai aumentar fruição" do rio Tejo - Autores do Projeto

Lusa

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Lisboa, 11 mar (Lusa) - Responsáveis pelo projeto do novo Centro de Artes da Fundação EDP, entre arquitetos e administradores daquela entidade privada, defenderam hoje numa discussão pública sobre o espaço que vai aumentar a fruição do público na frente ribeirinha de Lisboa.

A Fundação EDP pretende construir um novo centro de artes, em forma de concha, que prevê uma ocupação de 150 metros de frente ribeirinha de Belém, junto à Central Tejo, 12 metros de altura e cerca de seis metros de margem entre o Tejo e o edifício, que tem motivado críticas, por violar o Plano Diretor Municipal (PDM).

A autarquia decidiu atribuir um caráter de "excecional interesse municipal" à obra, uma medida prevista pelo PDM, que desobriga obras de "excecional relevo para a cidade" de cumprirem os limites previstos no regulamento e impõe uma discussão pública.