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"Não foi possível negociar alternativas" ao despedimento na Cimpor do Cabo Mondego - Ministério

Lusa

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Figueira da Foz, 28 mar (Lusa) -- O Ministério da Economia afirma que "não foi possível negociar medidas alternativas ao despedimento" dos 28 trabalhadores da Cimpor no Cabo Mondego (Figueira da Foz), encerrada, em 15 de março, devido à "acumulação de prejuízos".

Na reunião de "informações e negociação" entre a empresa e a comissão de trabalhadores, com a participação da DGERT (Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho) "não foi possível negociar medidas alternativas ao despedimento, tendo as partes obtido acordo quanto ao fator de cálculo da compensação", sublinha o Ministério da Economia e do Emprego (MEE), na resposta às perguntas das deputadas do Bloco de Esquerda, Mariana Aiveca e Ana Drago.

Alegando "motivos estruturais", a administração da empresa decidiu proceder ao despedimento coletivo dos 28 funcionários da fábrica de cal hidráulica no Cabo Mondego, propondo aos 25 trabalhadores com mais de 55 anos a pré-reforma e "aos restantes três trabalhadores foi-lhes dada a opção entre a transferência para a unidade da Cimpor de Souselas [Coimbra] ou a rescisão de contrato".