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Multinacional sueca acusa São Tomé de tentar vender crude de navio retido

Lusa

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Lisboa, 16 out (Lusa) -- A Stena Oil, que contratou o petroleiro que continua retido em São Tomé, acusa as autoridades são-tomenses de estarem a tentar "vender ilegalmente" a carga (crude) que se encontra no navio e de terem ameaçado a tripulação.

Em comunicado hoje divulgado, a multinacional sueca acusa "altos funcionários do Governo de São Tomé" de estarem a tentar "vender ilegalmente a carga avaliada em 7,5 milhões de dólares" (5,5 milhões de euros) e alega que "na sexta-feira, elementos das forças armadas são-tomenses entraram à força" no navio "Duzgit Integrity", de armador turco mas registado em Malta, ameaçando a tripulação.

"Os soldados cercaram violentamente a tripulação e trancaram-na nas cabinas (...) e cortaram todas as comunicações (...). Três membros da tripulação foram forçados, sob ameaça de armas, a preparar o navio para descarregar a carga", lê-se no comunicado, a que a agência Lusa teve acesso.