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Moedas diz que Portugal vai precisar de "um seguro" para regressar aos mercados

Lusa

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Lisboa, 22 (Lusa) -- O secretário de Estado-adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, disse hoje que Portugal está apostado em cumprir o seu programa de ajustamento para depois poder contar com "um seguro" que garanta o regresso aos mercados.

"O que temos que fazer é concluir o nosso programa [de assistência] e depois, porque cumprimos, vamos ter o apoio dos nossos parceiros. Esse apoio pode ter várias formas, mas o apoio de que estamos a falar em Portugal é um apoio de acesso pleno ao mercado na forma de um seguro. É esse tipo de apoio a que se estaria a referir o senhor ministro da Economia [na segunda-feira]", António Pires de Lima, quando se referiu à preparação de um programa cautelar, disse Carlos Moedas, que antes tinha sido interrompido por um grupo de seis elementos do Movimento 'Que se Lixe a Troika', com cartazes e 'slogans', e que pedia a demissão do Governo.

"Quando falamos em formas de apoio, falamos em formas de ter um seguro e um seguro é muito diferente de um empréstimo. Um seguro é a garantia de que, se eu tiver necessidade de ajuda, vou ter capacidade de ter um apoio para esse acesso pleno aos mercados", acrescentou o governante à margem da I Conferência Antena 1/Económico, subordinada ao tema 'O Estado e a Economia - Um Orçamento Pós-Troika'.