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Moçambique: Portuguesa afetada por inseticida tóxico continua com prognóstico reservado

Lusa

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Lisboa, 29 jan (Lusa) -- A situação clínica de três dos quatro portugueses afetados pelos efeitos do uso de um inseticida tóxico numa obra em Moçambique é favorável, mas a engenheira transportada para a África do Sul continua com "prognóstico reservado", disse à Lusa fonte da Consulgal.

O incidente ocorreu no dia 17 de janeiro após uma operação de fumigação que recorreu ao uso de um inseticida altamente tóxico -- fosforeto de alumínio - e que afetou no total seis pessoas envolvidas na fiscalização de uma obra, entre as quais quatro engenheiros portugueses que se encontravam no estaleiro de Pelane, distrito de Chókwè, província de Gaza, sul de Moçambique.

"A situação evoluiu muito positivamente para todas as pessoas e de facto a única colega que continua internada - e com prognóstico ainda reservado - é precisamente a nossa colega que teve de ser retirada para Joanesburgo, África do Sul", disse à Lusa Rui Caridade, da direção internacional da Consulgal, com sede em Portugal.