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Ministro do Ambiente recusa parar a reforma da água em nome da coesão social

Lusa

Penafiel, Porto, 19 dez (Lusa) - O ministro do Ambiente recusou-se hoje a parar a reforma da política da água, que prevê a convergência tarifária entre o interior e o litoral, criticando os que defendem a coesão territorial, mas querem adiá-la.

"Todos defendem a coesão territorial, mas quando chega a hora de a promover existe sempre quem utilize bons argumentos para achar que este não é o momento, esta não é a opção", afirmou Jorge Moreira da Silva.

Em declarações à Lusa, à margem da inauguração da nova estação de tratamento de águas residuais (ETAR) em Paço de Sousa, Penafiel, o ministro insistiu: "Neste contexto, os verbos adiar, hesitar e transigir não se podem conjugar, numa altura em que é necessário avançar para uma reforma que supere problemas estruturais".