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Ministro brasileiro admite que médicos cubanos contratados podem pedir asilo

Lusa

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Brasília, 05 set (Lusa) - O ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, admitiu na quarta-feira que os médicos cubanos e de outras nacionalidades contratados ao abrigo do programa "Mais Médicos" podem pedir asilo político no país e negou qualquer retenção de passaportes.

"Se um médico cubano ou argentino - pois temos médicos de mais de 60 países - pedir asilo político, vamos analisar o caso quando houver um motivo", declarou Padilha perante a Comissão Geral da Câmara de Deputados, à qual foi chamado para dar mais detalhes sobre o programa que gerou o descontentamento de profissionais brasileiros.

Padilha negou qualquer retenção de passaportes aos médicos cubanos pelas autoridades brasileiras a pedido do Governo de Havana.