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Maomé: Paquistão demarca-se de ministro que ofereceu 100 mil dólares pela morte de realizador do filme

Lusa

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Peshawar, Paquistão, 23 set (Lusa) - O Governo do Paquistão condenou as declarações do ministro dos caminhos-de-ferro que ofereceu uma recompensa de 100 mil dólares pela morte do realizador do filme que satiriza o profeta Maomé e que provocou violentos protestos em vários países muçulmanos.

Em declarações à BBC, um porta-voz do primeiro-ministro, Shafqat Jalil, disse que o Governo do Paquistão "se desvincula absolutamente" das declarações do o ministro dos caminhos-de-ferro, Ghulam Ahmed Bilour.

Fontes do partido do ministro, o Partido Nacional Awami (ANP), que forma parte do governo de coligação do Paquistão, disseram também à cadeia britânica que as declarações de Bilour foram feitas a título pessoal e que não correspondem à política do partido, embora tenham referido que não tomariam medidas contra o político.