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TC defende "cautelas redobradas" na privatização da TAP para salvaguardar soberania nacional

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 18 dez (Lusa) -- O presidente do Tribunal de Contas defendeu hoje que é preciso "ter cautelas redobradas" na privatização da TAP, considerando que "a soberania tem que ser salvaguardada", já que se trata de "uma companhia de bandeira".

"Entre o interesse nacional e o encaixe financeiro obviamente que tem que ser acautelado o interesse nacional", defendeu Guilherme d'Oliveira Martins, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, numa reunião conjunta com a Comissão de Economia e Obras Públicas, sobre os processos de reprivatização da TAP e de privatização da ANA.

O presidente do Tribunal de Contas defendeu que é preciso "ter cautelas redobradas", garantindo que a instituição a que preside "exercerá as suas competências".