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Paulo Magina recusa associação a operações 'swap' lesivas para o Estado

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 12 jun (Lusa) -- Paulo Magina, um dos três gestores públicos que o Governo demitiu devido à contratualização de'swap' especulativos, recusou hoje "qualquer associação a operações lesivas do interesse público", realçando que "a operação era totalmente adequada à data".

Num esclarecimento à Lusa, Paulo Magina afirmou que, enquanto administrador da CP -- Comboios de Portugal, cargo que exerceu entre julho de 2006 e maio de 2010, atuou "sempre na defesa dos interesses do Estado e em prol do serviço público de transporte ferroviário".

"Durante os dois mandatos em que fui responsável pela gestão financeira da CP, a empresa seguiu uma política de gestão de risco de taxa de juro que teve como único objetivo a redução dos encargos financeiros e a redução da exposição dos fluxos financeiros do serviço da dívida às flutuações das varáveis de mercado", explicou o gestor.