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os: Governo consulta parceiros internacionais para encontrar alternativa orçamental (SÍNTESE)

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 06 jul (Lusa) -- O Presidente da República justificou hoje que não pediu a fiscalização preventiva do Orçamento do Estado para 2012 porque o país não podia correr o risco de ficar sem esse instrumento, enquanto o Governo anunciou que vai consultar os parceiros internacionais.

Cavaco Silva explicou - depois de ter sido questionado sobre se não está hoje arrependido de não ter pedido a fiscalização preventiva da norma agora considerada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional (TC) - que "se um Presidente da República mandasse para o Tribunal Constitucional para fiscalização preventiva, a declaração de inconstitucionalidade de uma simples alínea, inviabilizaria totalmente o orçamento".

Declarando não querer "especular sobre o que o Governo pensa fazer no futuro", na sequência da tomada de posição do TC, o Chefe de Estado reafirmou que "não é fácil neste momento encontrar espaço para pedir mais sacrifícios àqueles portugueses que já foram sacrificados".