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Novo diretor do DCIAP diz que corrupção causa gastos faraónicos em obras de duvidosa utilidade

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 28 fev (Lusa) - O novo diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal Amadeu Guerra considera que a corrupção "compromete o desenvolvimento económico e causa prejuízos significativos ao Estado" por proporcionar "gastos faraónicos" em obras públicas de "duvidosa utilidade".

A ideia de Amadeu Guerra, hoje escolhido para o cargo pelo Conselho Superior do Ministério Público, consta de uma intervenção efetuada no IX Congresso do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), em março de 2012, sobre o "Saneamento e Transparência das Contas Públicas".

Abordando o tema da corrupção, Amadeu Guerra alertou que a corrupção "inflaciona as obras públicas, cria distorções na concorrência em prejuízo de empresas que não beneficiem dos favores e afeta a competitividade", além de "ameaçar a livre concorrência e a igualdade das empresas".