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Maia Seco critica construção de equipamentos públicos da Lousã longe das estações

Lusa Visão Verde

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Coimbra, 30 jan (Lusa) -- O ex-presidente da Metro Mondego (MM) Maia Seco criticou hoje, em Coimbra, a construção do novo Centro de Saúde e da Escola Básica Integrada (EBI) da Lousã em locais afastados da área urbana e das futuras estações do metro.

Álvaro Maia Seco lamentou que a Câmara Municipal da Lousã, o Ministério da Saúde e Ministério da Educação não tenham acautelado para aqueles serviços públicos localizações que facilitassem a utilização das estações do metro, ajudando a rentabilizar o investimento do Estado no Sistema de Mobilidade do Mondego.

O Centro de Saúde foi implantado num terreno afastado da futura estação do Espírito Santo e a EBI foi construída "ainda mais longe", sublinhou Maia Seco, que em 2011 se demitiu da presidência do conselho de administração da MM, em divergência com o Governo de José Sócrates em relação ao futuro do projeto do metro ligeiro de superfície, cujas obras estão paradas há mais de um ano.