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Governos Civis: "Lisboa ficou mais longe" - autarcas, empresários e sindicalistas

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 21 jun (Lusa) -- O fim dos Governos Civis, anunciado há um ano, é hoje criticado por autarcas, empresários e agentes políticos regionais que se queixam que "Lisboa ficou mais longe" e é cada vez mais difícil obter uma resposta aos problemas locais.

O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e autarca de Melgaço (PS), Rui Solheiro considera que o fim dos governos civis representou uma "decisão meramente populista, sem qualquer vantagem".

O presidente socialista da Câmara de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, considera que "foi um erro extinguir os governos civis" e uma decisão que "deixou as populações mais desprotegidas" até porque "Lisboa fica longe e, nesse sentido, os organismos do Estado ficam um bocado em roda livre".