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Autarca de Bragança teme que novo modelo inviabilize carreira aérea

Lusa Visão Verde

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Bragança, 08 jul (Lusa) -- O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, afirmou hoje que a carreira aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa será inviável se o preço do bilhete aumentar com o novo modelo de compartição do Estado.

O Conselho de Ministro aprovou, na quinta-feira, sem avançar valores, o novo regime jurídico de atribuição do subsídio social de mobilidade aos cidadãos beneficiários da carreira aérea Bragança/Vila Real/Lisboa, que abrange apenas os residentes em Trás-os-Montes e estudantes, que terão de pagar o bilhete inteiro, recebendo posteriormente o valor do subsídio.

O autarca social-democrata encara a decisão do Governo como "o primeiro passo e decisivo para retomar a ligação" suspensa há sete meses, mas alertou que esta só será viável se o Estado "garantir um nível de subvenção de tal forma que o preço do bilhete não seja superior àquele que era praticado".