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ANS defende que militares devem ter tratamento diferenciado no corte das pensões

Lusa Visão Verde

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Lisboa, 10 out (Lusa) - O presidente da Associação Nacional de Sargentos, Lima Coelho, defendeu hoje que o corte nas pensões de sobrevivência não pode ser aplicado "de forma cega" aos militares, reclamando um tratamento diferenciado para as Forças Armadas.

"Essas pensões de viuvez de um homem que morre ao serviço do país num teatro de guerra ou operacional não podem ser tratadas da mesma forma que uma qualquer outra pensão e se um governante não consegue perceber as diferenças então está enganado na pasta", afirmou António Lima Coelho.

Em declarações à Agência Lusa, no final de uma audição com deputados do CDS-PP, no Parlamento, Lima Coelho acusou o Governo de "falta de sensibilidade", afirmando que há situações que "não podem ser transversais" e "não podem ser aplicadas cegamente".