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UE/Cimeira: UGT receia que 120 mil ME para crescimento não sejam "dinheiro novo"

Lusa economia

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Lisboa, 29 jun (Lusa) -- A UGT questionou hoje a utilidade dos 120 mil milhões de euros acordados pelos líderes europeus para investir no crescimento se não passarem de uma reafectação de fundos, e defendeu que a Europa precisa de decisões com efeitos imediatos.

"Temos receio que, quando se fala dos 120 mil milhões de euros, na prática, não haja nenhum dinheiro novo, que seja tudo uma reafectação de fundos já existentes, quer em termos de orçamento comunitário, quer em termos do Banco Europeu de Investimento (BEI). A ver vamos se de facto há alguma coisa de novo. Da discussão que houve na passada semana com o primeiro-ministro, a impressão que ficou é que é o mesmo dinheiro, não há nenhum dinheiro novo", disse à Lusa o secretário-geral da UGT, João Proença.

Os líderes europeus acordaram na quinta-feira, em Bruxelas, no primeiro dia do Conselho Europeu que hoje prossegue, mobilizar 120 mil milhões de euros em medidas que fomentem o crescimento e a criação de emprego.