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Senhorios defendem subsídio de renda para os casos de "carência económica" do inquilino

Lusa economia

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Porto, 13 fev (Lusa) -- A Associação Nacional de Proprietários (ANP) defendeu hoje a criação de um subsídio de renda para todos os inquilinos que alegam "carência económica", alertando que estas situações são tantas que têm comprometido a atualização da maioria das rendas.

Em conferência de imprensa no Porto para balanço dos primeiros três meses do Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU), o presidente da ANP estimou que o subsídio de renda custaria 27 milhões de euros mensais aos cofres do Estado, referentes aos 72% de inquilinos que, notificados da atualização da renda, têm alegado "carência económica".

"Não entendemos como é que o Estado não pode dispor de 27 milhões de euros mensais, a serem atribuídos como subsídio de renda, como se faz em qualquer país da Europa, em consonância com o valor patrimonial tributário que esse mesmo Estado atribui ao imóvel, e dispõe de milhares de milhões para enterrar em bancos insolventes", sustentou António Frias Marques.