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SCUT: Um ano depois, autarcas, empresários e utentes mantém oposição às portagens

Lusa economia

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Autarcas, empresários utentes e operadores turísticos são unânimes na contestação às portagens nas antigas SCUT (Sem Custos para o Utilizador) no norte, sul e interior do país, que foram introduzidas há exatamente um ano.

No dia 08 de dezembro de 2012, apesar dos protestos, o Governo decidiu introduzir portagens na A25 (Aveiro-Vilar Formoso), A24 (Viseu-Chaves), A23 (Torres Novas - Guarda) e A22 (conhecida como Via do Infante, no Algarve)

Agora, um ano depois, todos mantêm as queixas e as receitas estão aquém do esperado. O presidente do Turismo do Algarve, Desidério Silva, considera que é necessário rever as formas de pagamento e o custo: "Este processo nunca foi bem conduzido e ainda no governo anterior tive reuniões com o secretário de Estado para demonstrar que não seria uma boa opção. Mas partindo do princípio que o processo das portagens seria irreversível, há duas questões que não são, que são as da facilitação do pagamento, mas também do custo das portagens. São duas áreas que têm que ser revistas".