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Relatório do FMI sobre cortes tem diagnóstico e prescrição "errados" - Campos e Cunha

Lusa economia

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Lisboa, 29 jan (Lusa) -- O antigo ministro das Finanças Luís Campos e Cunha afirmou hoje que o relatório do FMI sobre o corte da despesa pública "tem um diagnóstico errado, distorcido e enviesado" e que, por isso, "a prescrição é errada".

"Continuamos a manter-nos na ideia dos cortes cegos e horizontais (...) Estes cortes horizontais podem fazer sentido para mostrar que todos têm de contribuir, para mostrar que há necessidade de contenção da despesa para todos", afirmou o economista, durante uma conferência sobre a reforma do Estado, em Lisboa.

No entanto, Campos e Cunha entende que "não são estes cortes que resolvem o problema" e defende que "os cortes têm de ser verticais".