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Portuguesa recomenda o Golfo Pérsico como "território para comandar" negócios

Lusa economia

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Mascate, 16 dez (Lusa) -- Luísa Rita Rackham, empresária portuguesa em Omã há mais de dez anos recomenda o Golfo Pérsico como território para investimentos e afirma que ser mulher não a impede de "comandar" negócios.

"Abri uma empresa com estatuto de investimento estrangeiro e ao estabelecer a companhia com essas características, que exigem 400 mil dólares de capital social inicial, posso desenvolver negócios em qualquer ponto do Golfo e ninguém me pode recusar o visto. Mesmo como mulher", disse à Lusa a empresária que acompanha a delegação empresarial portuguesa que se encontra em Mascate, capital de Omã.

"Não sinto nenhuma dificuldade por ser mulher, sinto-me extremamente respeitada pela comunidade de negócios omani", acrescentou Luís Rita, casada com um inglês que se dedica igualmente à empresa de agenciamento que fundaram em 2004, após alguns anos como diretora de marketing de empresas internacionais.