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OE 2011: Governo não teve em conta efeitos recessivos das medidas de austeridade - UTAO

Lusa economia

Lisboa, 26 out (Lusa) -- Os especialistas da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) consideram que o Governo não teve em conta na proposta de Orçamento do Estado para 2011 "os muito prováveis efeitos recessivos" das medidas de austeridade aprovadas em setembro.

Lisboa, 26 out (Lusa) -- Os especialistas da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) consideram que o Governo não teve em conta na proposta de Orçamento do Estado para 2011 "os muito prováveis efeitos recessivos" das medidas de austeridade aprovadas em setembro.

Os técnicos da UTAO sublinham que "a proposta de OE 2011 não parece ter levado integralmente em conta os muito prováveis efeitos recessivos das medidas restritivas", lê-se no relatório.

A UTAO, no documento de análise à proposta orçamental para 2011, refere que a previsão de crescimento económica do Governo "é mais favorável em 0,2 pontos percentuais" do que a do Banco de Portugal e do FMI que, mesmo sem ter em conta as últimas medidas de austeridade, esperam uma estagnação da economia em 2011.