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Negociação direta na ANA é a que "melhor" salvaguarda interesse nacional - diploma

Lusa economia

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Lisboa, 28 out (Lusa) -- O Governo defende que a venda da ANA por negociação direta é a que "melhor permite" salvaguardar o interesse nacional perante a instabilidade do mercado de capitais, segundo o diploma que autoriza operação, hoje publicado.

O Ministério das Finanças salienta ainda, no decreto-lei publicado hoje em Diário da República, que a venda através de negociação particular permite "assegurar o cumprimento atempado" dos compromissos assumidos no Programa de Assistência Económica e Financeira e que permite "otimizar os proveitos" associados à alienação das ações da ANA e "promover o reforço do desenvolvimento" da empresa, garantindo uma "coerente, adequada e estável" estrutura acionista.

"Entende-se que a modalidade de venda através de negociação particular é a que, na atual situação de instabilidade económico -financeira dos mercados de capitais internacionais e português, melhor permite salvaguardar o interesse nacional na realização deste processo, em condições que cabalmente assegurem a participação do maior número de entidades idóneas e com potencial estratégico, garantindo-se um processo concorrencial e transparente, assim como a preservação do valor dos ativos e do seu relevo económico", lê-se no preâmbulo do diploma.