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Inquérito/PPP: Paulo Campos acusa António Ramalho de ser "mais um político"

Lusa economia

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Lisboa, 16 abr (Lusa) - O antigo secretário de Estado das Obras Públicas Paulo Campos acusou hoje no parlamento o presidente da Estradas de Portugal, António Ramalho, de ter deixado de ser um gestor e de ser "mais um político".

Na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP), o antigo governante de José Sócrates acusou António Ramalho de ter entrado "em contradições", durante a audição na sexta-feira passada na mesma comissão de inquérito sobre os gastos da empresa com conservação e manutenção.

"Fiquei perplexo com algumas coisas. Ele deixou de ser um gestor e, neste momento, é mais um político", declarou Paulo Campos, na audição que decorre há seis horas, em resposta às questões do deputado do PCP Bruno Dias.