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Governo já espera recessão mais profunda e admite avançar este ano com cortes de 800 milhões

Lusa economia

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Lisboa, 20 fev (Lusa) -- O Governo já espera uma recessão mais profunda este ano, defendendo a necessidade de mais tempo para reduzir o défice, e está a estudar a possibilidade de pôr em prática os cortes na despesa de 800 milhões de euros.

O executivo já tinha anunciado esta medida em 2012, que também foi inscrita na última revisão do memorando de entendimento celebrado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Comissão Europeia (CE) e o Banco Central Europeu (BCE), que teria um plano de contingência baseado apenas em medidas do lado de despesa - tanto cortes como medidas de contenção - para fazer face a eventuais derrapagens na execução orçamental.

O plano foi exigido pela 'troika' devido à composição do ajustamento em que assenta o Orçamento do Estado para 2013, em que 81% desse ajustamento é feito pelo lado da receita, e ainda pelo receio de chumbo pelo Tribunal Constitucional de algumas medidas incluídas no documento.