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"Gostaríamos que o país não se afundasse com a praia à vista" -- Pires de Lima

Lusa economia

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Matosinhos, 15 mai (Lusa) -- O presidente da comissão executiva da Unicer disse hoje que o processo de ajustamento em Portugal está a ter consequências "excessivas" e afirmou que todos esperam que o país não se afunde "com a praia à vista".

"Acho que é um processo que está a ter consequências económicas e sociais excessivas, muito violentas, indesejáveis, que só se compreende que continue nos exatos termos em que continua por obrigação de ditames internacionais", afirmou o dirigente da cervejeira, António Pires de Lima, no final da conferência de imprensa de apresentação dos resultados do ano passado.

O também presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP expressou, ainda, uma esperança do lado do setor empresarial português.