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G7 vão criar medidas para impedir que contribuintes paguem por bancos falidos - Osborne

Lusa economia

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Londres, 11 mai (Lusa) - O ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, disse hoje que os responsáveis financeiros dos sete países mais ricos concordaram avançar com medidas para impedir que sejam os contribuintes a suportar a eventual falência de grandes bancos.

"É importante completar rapidamente o nosso trabalho de garantir que nenhum banco é demasiado grande para falir ['too big to fail']", disse o governante durante uma conferência de imprensa num intervalo das reuniões do G7, composto pelos ministros das Finanças dos Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Itália e Japão, juntamente com os governadores dos bancos centrais e a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, acrescentando que "temos de pôr as regras em ordem para lidar com os bancos falidos e para proteger os contribuintes e para o fazer de uma forma consistente e global".

O governante garantia assim que a solução encontrada para lidar com os bancos de Chipre - chamar os contribuintes mais abastados a pagar uma parte do custo do resgate internacional - não vai ser repetida e que nenhum banco é demasiado grande para falir, o que elimina uma das principais razões para a intervenção dos Estados no princípio da crise financeira, no final da década passada.