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Encargos com unidades de cuidados continuados obrigaram algumas misericórdias a pedir empréstimos

Lusa economia

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Lisboa, 28 fev (Lusa) -- Os encargos com as unidades de cuidados continuados decorrentes da falta de pagamento do Estado obrigaram algumas misericórdias a recorrer a um empréstimo da segunda linha de crédito do Governo, segundo uma fonte da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).

Paulo Moreira, assessor da UMP, disse hoje à agência Lusa que se candidataram, à linha de crédito, 33 misericórdias com problemas de tesouraria. Alguns destes problemas resultam da construção destas unidades de cuidados continuados, a pedido do Estado.

"Nestas misericórdias há várias que têm unidades de cuidados continuados que, ou estão fechadas, ou os compromissos do Ministério da Saúde para com elas não são honrados no tempo certo", adiantou.