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Draghi criticado por falhas de supervisão ao mais velho banco do mundo

Lusa economia

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Siena, Itália, 25 jan (Lusa) -- O atual presidente do BCE, Mario Draghi, viu-se envolvido numa polémica em Itália, devido à revelação de mais de 700 milhões de euros em perdas ocultadas no Banco Monte dei Paschi, o mais velho do mundo.

Hoje, os acionistas do banco de Siena, fundado em 1472, aprovaram um aumento de capital no total de 6,5 mil milhões de euros, necessário para receber um segundo resgate do governo italiano, uma semana depois de ter sido revelado pela Bloomberg que foram utilizados produtos derivados com o Deutsche Bank para mascarar perdas em 2008.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE) era, na altura, governador do Banco de Itália, responsável pela supervisão do setor financeiro, o que tem levado a que figuras como o atual ministro da Economia, Vittorio Grilli, tenham sugerido que houve uma falha de regulação.