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Desígnio nacional não passa pela austeridade ou economia ultraliberal -- Presidente das Misericórdias

Lusa economia

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Fátima, 01 dez (Lusa) - O presidente da União das Misericórdias Portuguesas sustentou hoje que "o desígnio nacional não é certamente a austeridade, nem o primado da economia ultraliberal", no discurso de tomada de posse dos novos órgãos sociais para o triénio 2013-15.

Na sessão, que decorreu em Fátima, Manuel Lemos defendeu que "a principal função do Estado Social, no futuro próximo, será o de garantir um conjunto de respostas que a dignidade humana exige, a modernidade reclama e a imaginação desafia".

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) sustentou que "é um imperativo nacional que as Misericórdias e o setor solidário liderem o debate sobre as funções sociais do Estado", lembrando que, "se não existisse setor solidário em Portugal, o problema do Governo não seria o de reduzir a despesa pública em 4,5 mil milhões de euros, mas certamente em mais alguns milhares de milhões de euros".