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Desemprego: Crise obriga mercado da arte a corrigir preços inflacionados

Lusa economia

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+++ Por Isabel Alves, da agência Lusa +++

Lisboa, 07 dez (Lusa) -- 'Correção' foi a palavra que a crise impôs ao mercado da arte. Quase sempre nos preços das peças, mais raramente no número de empregados. Com o mercado nacional a retrair-se, as atenções voltam-se agora para o estrangeiro.

"As galerias de arte sentem hoje as consequências da crise da mesma forma que os outros setores, daí que as coisas se reflitam em termos de faturação e de recrutamento para os quadros de pessoal, que, na melhor das hipóteses, estão fechados. Suponho que não se chega ao despedimento, porque os quadros de pessoal já eram muito reduzidos", disse à agência Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Galerias de Arte (APGA), João Esteves de Oliveira.