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Crise tem vindo a acentuar divergências no seio da Europa -- Comissão Europeia

Lusa economia

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Bruxelas, 13 nov (Lusa) -- Um relatório hoje publicado pela Comissão Europeia sobre indicadores sociais e de emprego reconhece que, desde o início da crise, se tem assistido a uma divergência crescente entre os países do sul da Europa e do centro e norte.

A constatação consta de um relatório preliminar sobre indicadores-chave a nível social e de emprego hoje publicado como anexo ao "Relatório Anual de Crescimento 2014" apresentado pela "Comissão Barroso", que aponta que "a divergência é claramente visível" nas taxas de desemprego, sobretudo desemprego jovem, e que o "fosso" entre os países periféricos e do sul, como Portugal, e os Estados-membros do centro e norte é particularmente vincada no seio da zona euro, mais que no conjunto da União.

Portugal é um dos "países periféricos" onde é marcante a diferença para a média europeia, com a taxa de desemprego, por exemplo, a ser 6,4 pontos percentuais mais elevada que a média da União Europeia no seu conjunto e 5,3 pontos acima da média da zona euro, sendo esses valores ainda muito superiores no caso específico do desemprego jovem (16,6 pontos acima da média da UE e 16,0 pontos da média dos países da moeda única).