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CGTP e CCP consideram possível posição comum na defesa do aumento do salário mínimo

Lusa economia

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Lisboa, 01 abr (Lusa) -- A CGTP e a CCP sublinharam hoje a necessidade do aumento do Salário Mínimo Nacional, considerando possível alcançar - apesar da divergência na aplicação e no montante da atualização - uma posição comum dos parceiros a apresentar ao Governo.

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, reiterou no final de uma reunião com o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, que a intersindical defende a atualização do Salário Mínimo Nacional (SMN) para 515 euros, com retroativos a janeiro de 2013, "porque já desde 2011 devia ser de 500 euros".

Também do presidente da confederação patronal considerou que "há neste momento um problema de poder de compra das famílias" e que o aumento do SMN contribui para "uma melhoria global do poder de compra", sem a qual "não é possível sair da crise". Porém, José Vieira Lopes sublinha que a CCP não está de acordo com "qualquer sistema de retroativos" e considera que o aumento, "numa primeira fase, terá que cumprir aquilo que estava estipulado no acordo de 2006, que ainda não foi cumprido, ou seja [deve ser para os] 500 euros".