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"Banco grossista" para fundos estruturais pode ser positivo - Faria de Oliveira

Lusa economia

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Bruxelas, 21 fev (Lusa) -- O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) considerou hoje que uma espécie de "banco grossista" para gestão de parte dos fundos estruturais pode ser positivo, mas é ainda necessário esperar que o Governo defina os seus moldes.

A 08 de fevereiro, no final do último Conselho Europeu, no qual os chefes de Estado e de Governo da União Europeia chegaram a acordo sobre o orçamento comunitário para 2014-2020, o primeiro-ministro confirmou que o Governo pretende orientar para uma "instituição especializada" parte de financiamentos originários dos fundos estruturais.

Questionado hoje em Bruxelas sobre esta ideia, Faria de Oliveira disse que, à partida, pode ser positiva, sobretudo se houver uma complementaridade com os bancos: "Vamos ver o que é que vai ser esse instrumento, ainda não está definido pelo Governo. As informações recentes que se puderam recolher são que essa instituição de crédito, eventualmente um banco, terá uma configuração de banco grossista, onde depois a operacionalização dos fundos obtidos por essa instituição é feita pelos próprios bancos, e, nesse aspeto, há uma complementaridade, há uma cooperação. Obviamente pode ser positivo, vamos ver o que é que vai ser definido", declarou.