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Austeridade: Redução da taxa social única era "bandeira" antiga do FMI

Lusa economia

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Lisboa, 07 set (Lusa) - A redução em quase seis pontos percentuais da taxa social única (TSU, contribuição das empresas para a segurança social) era uma das prioridades do Fundo Monetário Internacional (FMI), que o Governo inicialmente rejeitou por não haver "margem orçamental".

Num discurso à nação esta noite, Pedro Passos Coelho anunciou que, no próximo ano, o Governo vai "descer a contribuição exigida às empresas para 18 por cento". Esta é uma redução de 5,75 pontos percentuais - quase idêntica à inicialmente sugerida pela 'troika'.

Há um ano, a 'troika' pediu uma redução "ousada" e "arrojada" da TSU - na ordem dos seis pontos percentuais. "Temos algumas propostas que reduziriam a TSU em seis pontos ou sete pontos, podemos alcançar isso de diversas formas e temos várias ideias", disse na altura o então representante do FMI para Portugal, Poul Thomsen.