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Ajuste direto de construção do aterro na Póvoa de Varzim alvo de providência cautelar

Lusa economia

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Redação, 13 mar (Lusa) -- O consórcio escolhido para a concessão de construção e exploração do aterro sanitário intermunicipal da Lipor na Póvoa de Varzim, mas cujo contrato de adjudicação nunca foi assinado, quer agora travar em tribunal o ajuste direto do negócio.

Através de uma providência cautelar, interposta no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, a que a Lusa teve hoje acesso, o consórcio constituído pela Mota-Engil, Ecoambiente, Monteadriano, SUMA e Ecovisão pede que sejam "anuladas as decisões da Lipor - Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto - de "instituir o ajuste direto" excluindo-o de "tal procedimento".

O concurso público para a concessão de construção e exploração do novo aterro sanitário da Lipor foi publicado em Diário da República em 17 de junho de 2010, sendo que apenas em junho de 2012 foi agendada a assinatura do contrato de concessão, que não se concretizou.