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Os tempos são de crise, mas os abraços ainda são grátis

Lusa economia

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Lisboa, 22 dez (Lusa) -- Os tempos são de crise, muitos dos portugueses estão cada vez mais pobres e o dinheiro chega para cada vez menos, mas ainda há coisas que os euros não compram e que se distribuem gratuitamente, como um abraço.

A organização fez-se pelas redes sociais, como o Facebook, e levou hoje algumas dezenas de pessoas até à Praça do Comércio, em Lisboa, onde o grupo se dividiu entre abraços coletivos ou abraços a dois.

A iniciativa começou o ano passado, mas, tal como explicou à Lusa um dos membros do movimento "Free Hugs Lisbon", este ano quiseram "ir mais além" e tentar organizar "o maior abraço de sempre".