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Vilar de Perdizes: Congresso de Medicina Popular precisa de um "golpe de asas" para evitar descredibilização -- autarquia

Lusa Cultura

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Vilar de Perdizes, Montalegre, 29 ago (Lusa) - O vereador da Cultura da Câmara de Montalegre, Orlando Alves, defendeu hoje que o Congresso de Medicina Popular precisa de um "golpe de asas" e de um "novo figurino" para evitar ser descredibilizado e vulgarizado.

Em declarações à agência Lusa, o autarca realçou que o evento, na aldeia de Vilar de Perdizes, em Montalegre, deveria ocorrer de dois em dois anos e não anualmente, como acontece desde 1983, para evitar o seu "desgaste".

A 26ª edição do Congresso de Medicina Popular, organizado pelo padre Fontes, realiza-se de 30 de agosto a 02 de setembro e reúne "profissionais" do oculto, ervanários, curandeiros, exorcistas, médiuns, cartomantes e endireitas para discutir os problemas que inquietam os portugueses.