Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Para Urbano Tavares Rodrigues, a escrita era uma forma de respirar - José L. Peixoto

Lusa Cultura

  • 333

Lisboa, 09 ago (Lusa) - Para o escritor Urbano Tavares Rodrigues, que morreu hoje aos 89 anos, a escrita era "absolutamente vital, era uma forma de respirar, era uma forma de viver", afirmou à agência Lusa o autor José Luís Peixoto.

"É o desaparecimento de uma pessoa que era muito minha amiga. É o desaparecimento de um amigo que, para lá da amizade, sempre admirei muito como escritor, ainda desde um tempo em que não imaginava que o viesse a conhecer", afirmou o escritor.

Urbano Tavares Rodrigues morreu hoje em Lisboa, deixando uma extensa obra de ficção e ensaio, da qual fazem parte "A Noite Roxa", "Os Insubmissos", "Imitação da Felicidade", "O Supremo Interdito" ou "Nunca Diremos Quem Sois, A Estação Dourada".